“Caos no PS”, Câmara de Birigui define integrantes da CP que vai investigar conduta de Leandro Maffeis

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Foto: arquivo pessoal.

O ato da presidência da Câmara publicado em Diário Oficial na manhã desta sexta-feira, 9, definiu os três parlamentares integrantes da Comissão Processante que vai investigar a condução do prefeito, Leandro Maffeis (PSL), no gerenciamento do Pronto Socorro Municipal. São eles André Luis Moimas Grosso (André Fermino – PSDB), Paulo Sergio de Oliveira (Paulinho do Posto – Avante), e Marcos Antonio Santos (Marcos da Ripada – PSL).

A nova nomeação ocorre após os três parlamentares escolhidos por sorteio, na sessão ordinária do último dia 6, solicitarem substituição. Na ocasião, haviam sido sorteados Osterlaine Henriques Alves, a Drª Osterlaine (DEM), Wesley Ricardo Coalhato, o Cabo Wesley (PSL), e Reginaldo Fernando Pereira, o Pastor Reginaldo (PTB).

Para a nova escolha, foram mantidas as representações dos três blocos parlamentares sorteados. 

O grupo deve apurar se foram cometidos crime de responsabilidade e infração político-administrativa, por parte do prefeito, na condução dos atendimentos a pacientes com Covid-19 no Pronto Socorro Município

Denúncia

A comissão foi formada após ser aceita entre os vereadores, na sessão ordinária desta semana, uma denúncia protocolada na Casa pelos munícipes Joabio Oliveira de Lima e Antonio Cristino de Souza. A denúncia foi acatada por 13 votos, sendo de Everaldo Santelli (PV) o único voto contrário, além da abstenção registrada pelo presidente da Casa, Cesar Pantarotto Junior (PSD).

No documento, os munícipes apresentam questionamentos à qualidade do serviço prestado pelas equipes profissionais do Pronto Socorro e criticam a contratação do Instituto São Miguel Arcanjo (Isma) para gerenciar a unidade.

A empresa foi contratada no início de fevereiro pelo prazo de 180 dias, até que um processo licitatório seja organizado.

Os denunciantes apresentaram junto ao pedido uma mensagem de texto que teria sido enviada via aplicativo por um dos integrantes do corpo clínico do Pronto Socorro, por meio da qual são apontados como graves os problemas de coordenação e a falta de recursos, o que estaria comprometendo o funcionamento básico da unidade.

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