Estão abertas as matrículas para o ano letivo de 2026 nas escolas do Serviço Social da Indústria (SESI) em todo o país. A rede, presente em mais de 450 unidades, oferece ensino baseado em metodologias inovadoras, como o modelo STEAM — que integra ciências, tecnologia, engenharia, artes e matemática — e em um sistema autoral de ensino, que estimula o protagonismo estudantil e o aprendizado prático.
De acordo com o superintendente de Educação do SESI Nacional, Wisley Pereira, o objetivo é formar cidadãos preparados para os desafios do futuro e para o mundo do trabalho.
“Estamos investindo em uma educação que desenvolve competências do século XXI, que prepara o aluno não só para passar em provas, mas para resolver problemas reais, trabalhar em equipe e inovar. O SESI tem sido referência nesse modelo e continua ampliando suas oportunidades de matrícula em todas as regiões”, afirmou.
Ao todo, são mais de 11 mil vagas distribuídas em diversos estados, em turmas de Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio, Nova EJA e EJA Profissionalizante.
Os turnos variam entre matutino, vespertino e noturno, dependendo da modalidade. As inscrições seguem até o preenchimento das vagas disponíveis.
● Rematrículas: de 17 de novembro a 19 de dezembro.
● Novas matrículas (dependentes da indústria): de 17 de novembro a 12 de dezembro.
● Novas matrículas (comunidade): de 5 a 23 de janeiro de 2026.
Algumas unidades contam, ainda, com bolsas de estudo e turmas voltadas especificamente para o Ensino Médio, com mais de 260 oportunidades disponíveis por meio de processo seletivo.
O agendamento online é obrigatório para realizar a matrícula presencial, que deve ocorrer mediante apresentação dos documentos exigidos. As informações completas sobre cada escola, cursos e vagas podem ser consultadas no Portal SESI.
Um dos destaques da rede é a Escola SESI de Referência, criada para inspirar os alunos a se tornarem protagonistas da própria trajetória. O modelo incorpora os cinco elementos do DNA STEAM, em um currículo dinâmico e colaborativo.
Segundo Wisley Pereira, essa abordagem rompe a hierarquia tradicional em sala de aula: “O aluno deixa de ser espectador e passa a ser pesquisador, inventor e agente ativo do conhecimento. Nossas escolas foram adaptadas para que esse processo aconteça de forma prática e criativa.”
Entre as experiências mais marcantes para os estudantes está o ensino de robótica, que desenvolve capacidades essenciais do profissional 4.0, como cooperação, planejamento e pensamento crítico.
A aluna Yasmin Oliveira, de 18 anos, estudante do 3º ano do Ensino Médio dna escola SESI de Taguatinga (DF), relata que o aprendizado vai muito além das salas de aula.
“Gosto muito de poder aprender tanto a metodologia científica, pelos projetos que a gente desenvolve, quanto a gestão de tempo, porque precisamos equilibrar as atividades e os estudos. Isso me ensinou muita coisa sobre a vida”, contou.
Yasmin também destaca o estímulo constante à criatividade e à inovação. “Aprendi muita coisa nova com a robótica e com os outros projetos apresentados nas feiras e semanas de ciência. Sempre gostei dessa área e foi isso que me motivou”, afirmou.
Segundo ela, o aprendizado é construído de forma colaborativa: “Tudo começa em sala de aula. A gente conversa com os professores, discute as ideias e, quando vê, o projeto toma forma. Tive a chance de apresentar nossos trabalhos em eventos científicos e foi uma experiência incrível.”
Com uma proposta que alia tecnologia, ciência e humanização, o SESI consolida-se como uma das maiores redes de ensino de base tecnológica do país. Para quem deseja garantir uma vaga em 2026, as inscrições já estão em andamento e podem ser feitas diretamente no site da instituição.
Fonte: Brasil 61
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