A vacinação é uma das estratégias mais seguras e eficazes para proteger a saúde da população. Segundo a Organização Mundial da Saúde, a imunização previne entre 3 e 5 milhões de mortes por ano, causadas por doenças como sarampo, difteria, tétano, coqueluche e influenza.
O sarampo, altamente contagioso e que já esteve entre as principais causas de mortalidade infantil no mundo, ainda representa um desafio para a saúde pública, sobretudo em regiões com baixa cobertura vacinal.
Apesar do aumento de casos em países das Américas, o Brasil segue livre da circulação endêmica do vírus. O reconhecimento da Organização Pan Americana da Saúde confirma a eficiência das ações do Programa Nacional de Imunizações, iniciativa do Ministério da Saúde, que garante o abastecimento de vacinas e a resposta rápida aos casos importados.
Para evitar a reintrodução do vírus no país, a Pasta intensificou a vacinação em regiões de fronteira com outros países e promoveu mobilizações nacionais.
De acordo com o diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti, a vacinação contra o sarampo é uma das prioridades para o governo brasileiro.
“Uma coisa que tem preocupado muito o governo brasileiro é o sarampo. Recentemente tivemos ali o início de uma epidemia de sarampo na Bolívia, então houve toda uma preocupação nossa de intensificar a vacinação, principalmente nos municípios da fronteira, visando proteger a população para que o sarampo não entre. Então hoje a nossa prioridade é manter o país livre do sarampo.”
Os critérios de indicação são revisados periodicamente e levam em conta fatores como idade, histórico de doença, ocorrência de surtos e aspectos epidemiológicos.
Existem diferentes apresentações da vacina, todas eficazes contra o sarampo: dupla viral, tríplice viral e tetra viral.
Em 2024, o Brasil alcançou mais de 95% de cobertura para a primeira dose da tríplice viral e mais de 80% para a segunda. Em 2025, os índices seguem em crescimento. Os dados são do Ministério da Saúde.
Atenção pais e responsáveis de todo Brasil! Atualizem a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. Procurem uma Unidade Básica de Saúde e mantenham a proteção em dia.
Saiba mais em gov.br/vacinacao.
Fonte: Brasil 61
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