Pode parecer ousadia: uma empresa genuinamente brasileira nascida na capital federal, Brasília (DF), querer exportar para o mundo um dos mais tradicionais doces portugueses, o pastel de nata. Mas não para a cabeça da Yannah Raslan, diretora administrativa da Confeitaria da Torre, que depois de viver por muitos anos na ‘terrinha’, voltou ao Brasil casada com um português, trazendo na mala a experiência com a cozinha portuguesa e um valioso livro de receitas tradicionais de família.
Foi assim que nasceu a Confeitaria da Torre, uma fábrica de pastéis de nata que se tornou a única indústria brasiliense com um selo de qualificação que a habilita a exportar seus produtos para o mundo inteiro. Quando olha para trás, a empresária enxerga o valor do caminho que percorreu, grande parte com o suporte da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).
“Quando você nasce no Distrito Federal, ‘pequenininho’, vendendo pastel de Belém de uma forma artesanal, familiar, e aí é feita toda essa trilha, toda essa caminhada, eu me sinto muito orgulhosa”, diz Yannah.
O toque de brasilidade dos produtos veio com a criação de uma das misturas mais autorais da nossa gastronomia: queijo e goiabada. O pastel Romeu e Julieta está pronto para conquistar paladares pelo mundo, conta a fundadora. “Conseguimos tirar toda uma certificação internacional. Então hoje, me orgulho muito de ser uma empresa pequenininha, mas com certificação. Se amanhã aparecer um comprador, posso perguntar para onde mandar a mercadoria, pois está tudo certo. A Apex já faz um serviço incrível e as ajudas públicas, governamentais e institucionais que nós temos estão disponíveis se a gente buscá-las. A gente começa a acessar outros mundos e a nossa visão de empreendedor se alarga.”
O primeiro contato da fundadora da Confeitaria da Torre com a ApexBrasil foi por meio do Programa de Qualificação para Exportação, o Peiex, iniciativa que ajuda empresas brasileiras a exportarem seus produtos e serviços. Quem participa do programa, recebe um diagnóstico completo sobre o negócio e um plano de exportação personalizado, com etapas a serem implementadas para que a empresa esteja apta às exportações.
A ideia inicial da Yannah era não apenas exportar o pastel de nata, mas também entregar dentro do Brasil um produto com ainda mais excelência. Este ano, a empresária vai se reciclar – já está inscrita no Peiex e vai fazer o curso novamente, porque acredita que as mudanças no mundo exigem qualificação constante.
“Entendo que o mundo pré-pandemia era um e o mundo pós pandemia é outro. Questão de escassez de matéria-prima, de logística, que mudou muito. De paladar também e questão de regra da Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária]. Você tem regras da Anvisa hoje que são ainda mais estritas.”
Entre 2023 e 2024, mais de 6,2 mil empresas foram atendidas pelo Peiex e cerca de 1,1 mil delas exportaram US$ 3.27 bilhões no período.
Para mais informações sobre o Peiex, clique aqui. Se quiser saber mais sobre outros programas da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, acesse www.apexbrasil.com.br/solucoes.
Fonte: Brasil 61
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