A Santa Casa de Birigu divulgou em nota oficial nesta quarta-feira (30), que não teve a pretensão de encerrar o plano de saúde com a Santa Casa Clínicas.
Segunda a nota divulgada, os valores acordados entre as entidades estariam defasados, o que vem trazendo prejuízo financeiro a Santa Casa de Birigui. A nota ainda ressalta, que a entidade espera que em 90 dias seja feito um estudo por parte da Santa Casa Clínicas, e apresentação de uma proposta em relação aos serviços contratados.

A Irmandade Santa Casa de Misericórdia de Birigui havia comucidado a rescisão do contrato e convênio que mantinha com a Associação Santa Casa Clínicas de Birigui, encerrando todas as atividades médicos-hospitalares.
A notificação foi feita na última sexta-feira (25), pela interventora da Santa Casa de Birigui, Sirlei de Paula Pereira e recebida nesta segunda-feira (28), pelo presidente da Santa Casa Clínicas, Gabriel Genaro de Moraes.

Conforme disposto na referida notificação, o encerramento das atividades de atendimento
hospitalar deverá ocorrer no prazo de 90 (noventa) dias.


SISEP
O SISEP (Sindicato dos Funcionários e Servidores Públicos das Prefeituras Municipais, Câmaras Municipais, Autarquias Municipais e Fundações Públicas Municipais de Birigui e Região), emitiu um comunicado nesta terça-feira (29), demonstrando preocupação com o encerramento do convênio entre as entidades.

“Pela notificação que a Santa Casa de Misericórdia encaminhou para a Santa Casa Clínicas em 28 de abril de 2025, a partir de 28 de julho de 2025, nenhum beneficiário do plano de saúde da Santa Casa Clínicas poderá utilizar o Pronto Atendimento e nem tampouco poderá ser internado na Santa Casa de Misericórdia de Birigui. Sem um hospital conveniado, a Santa Casa Clínicas ficará impedida de dar continuidade com o plano de saúde em nossa cidade”, diz a nota assinada pelo presidente do SISEP, Gilson Paulino de Souza.
Prefeitura
A reportagem entrou em contato com a assessoria de imprensa da Prefeitura, mas até o momento, não há nenhum comunicado oficial por parte do executivo. O espaço segue aberto para manifestação.









