Durante uma operação contra o trabalho escravo, realizada entre 8 e 15 de abril, em Planura (MG), dois trabalhadores domésticos foram resgatados de condições análogas a escravidão.
Uma das vítimas teve o corpo tatuado com as iniciais “A.J”, que seriam de dois dos três patrões, afim de demonstrar que se tratava de uma “propriedade”.
Segundo o site Uol, o caso ainda envolve tortura e abusos sexuais. As vitimas foram retiradas da cidade e atualmente estão recebendo assistência das clínicas de enfrentamento ao trabalho escravo.









